A Grande Obra de Arte da Pós Recessão - SEM INFORMAÇÕES


Sinopse:

O espetáculo investiga os limites da adaptação humana a situações de extrema miséria e terror, em um ambiente de absoluta devastação social. O contexto é o de uma “hipotética” e severa recessão nos meios de produção, que limita as possibilidades de obtenção de comida. Os mercados não vendem mais alimentos. As indústrias nada produzem. O cenário é o apartamento do casal Catarina e César, onde trabalha o mordomo Carlos.
 
A peça se inicia com a preparação para um jantar, onde será aberta a última lata de ervilha existente na região. É esperada a visita de uma comitiva do governo, vista por César como a esperança de financiamento para o seu projeto artístico. No entanto, ele começa a suspeitar de uma possível traição conjugal, o que gera uma série de discussões e quiproquós.
 
Enquanto espera por Augusto, o representante do governo, César descobre que a lata de ervilha está podre e, temendo que a ausência de comida comprometa seus planos de financiamento, altera o prato principal e serve um corpo humano como refeição. Esta situação absurda é validada pela ausência de perspectivas. Durante o banquete, sobre os processos que envolvem a criação artística e sobre a promoção da arte na pós recessão.
 
O grupo “Os PataPHísicos” apresenta sua nova montagem teatral, “A Grande Obra de Arte da Pós Recessão”, com texto e direção assinados por Raphael Janeiro. 
 
A presente montagem investiga os limites da adaptação humana a situações de extrema miséria e terror, além de extrapolar seus códigos comportamentais, em um ambiente de absoluta devastação social. O contexto no qual se insere a narrativa é de uma “hipotética” e severa recessão nos meios de produção, que limita as possibilidades de obtenção de comida. Os mercados não vendem mais alimentos. As indústrias nada produzem. O cenário é o apartamento do casal Catarina e César, onde trabalha o mordomo Carlos.
 
A peça é dividida em dois atos, estruturados a partir de estilos teatrais característicos. No primeiro, utiliza-se técnicas dramatúrgicas e cênicas da Comédia de Costumes. Diálogos rápidos, divertidos e uma encenação dinâmica, sobrepõem-se ao ambiente desolador e discrepante que serve como pano de fundo. No segundo, utiliza-se técnicas dramatúrgicas e cênicas do Teatro do Grand Guignol. A voracidade com a qual se alimentam do corpo da mulher é exacerbada pelo sangue que extravasa o cadáver, tendo órgãos e membros devorados diante da plateia.
 
O primeiro ato compreende a preparação para um jantar, onde será aberta a última lata de ervilha existente na região. É esperada a visita de uma comitiva do governo, vista por César como a esperança de financiamento para o seu projeto artístico. No entanto, ele começa a suspeitar de uma possível traição conjugal, o que gera uma série de discussões e quiproquós.
 
O segundo ato tem início com a chegada de Augusto, um representante do governo. Ao descobrir que a lata de ervilha está podre, César, temendo que a ausência de comida comprometa seus planos de financiamento, informa que houve uma alteração no prato principal e serve um corpo humano como refeição. Esta situação absurda é validada pelas idiossincrasias que compõem o ambiente no qual eles vivem. Inicia-se o banquete, durante o qual eles debaterão sobre a obra de arte, realizada por César, que pretendem promover como o grande feito artístico da pós recessão.
 
O terror do Grand Guignol e a sutileza da Comédia de Costumes servem ao mesmo propósito, expor as debilidades sociais do ser humano. Unir técnicas teatrais tão distintas em “A Grande Obra de Arte da Pós Recessão” deixa latente como o mesmo ambiente, de absoluta miséria, pode gerar situações de aparente harmonia, como também trazer à tona a crueza e objetividade humana.
 
Em “A Grande Obra de Arte da Pós Recessão”, “Os PataPHísicos” dão sequência à sua pesquisa, que inicialmente resultou na elaboração de quatro cenas curtas: “Film Noir” (2010), “Banzai!” (2011), “Sobre Discos e Outras Sutilidades” (2011) e “Isto Não é Uma Guerra” (2013) - esquete extraído de cena da peça homônima. Todas premiadas em diversos festivais do estado do Rio de Janeiro, além de terem participado do circuito SESI Cultural em 2012 e 2013.
 
Ficha Técnica:
Autor: Raphael Janeiro
Direção: Raphael Janeiro
Elenco: Dani Carvalho, Edson Santiago, Henrique Juliano,
Henrique Trés e Raphael Janeiro.



Duração: 85 minutos


Temporada:
Sem Informações!


Contato:
(21) 4042-6662 (Rio no Teatro)


Classificação:
14 anos


Genero:
Comédia




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