Rio No TeatroRio No TeatroRio No TeatroRio No TeatroRio No Teatro

Malala, a menina que queria ir para a escola

A peça conta a saga de uma jornalista, curiosa, desbravadora e inquieta, que atravessa meio mundo para descobrir o que aconteceu de verdade com uma menina chamada Malala Yousafzai e porque ela estava sendo perseguida.

 

“Malala, a menina que queria ir para a escola” inicia nova temporada no Teatro Oi Casa Grande
 
Mais de 10.000 espectadores já assistiram a essa história real e comovente que inspira pais e filhos a acreditarem no poder transformador da educação.
 
O espetáculo musical infanto-juvenil “Malala, a menina que queria ir para a escola” retorna ao Teatro Oi Casa Grande, de 12 de janeiro a 3 de fevereiro, sábados e domingos, às 16h. A obra é a primeira adaptação teatral do livro-reportagem da premiada escritora e jornalista Adriana Carranca, idealizada pela atriz Tatiana Quadros, com direção de Renato Carrera, adaptação de Rafael Souza-Ribeiro e conta com canções originais de Adriana Calcanhotto na trilha Sonora. O espetáculo narra a viagem da jornalista Adriana Carranca ao Paquistão, dias depois do atentado à vida de Malala por membros do Talibã, por defender o direito de meninas à educação.
 
A peça conta a saga de uma jornalista, curiosa, desbravadora e inquieta, que atravessa meio mundo para descobrir o que aconteceu de verdade com uma menina chamada Malala Yousafzai e porque ela estava sendo perseguida. Era uma missão perigosa, pois a terra natal de Malala, um vale de extraordinária beleza no interior do Paquistão, havia se tornado um território proibido para jornalistas. Vestida como as mulheres do Vale do Swat, a jornalista circula pelas ruas da cidade, se hospeda na casa de moradores locais, conhece as amigas de Malala, sua escola e até mesmo a casa onde morava.
 
“Ficou claro para mim que esta era uma história inspiradora para os pequenos, por Malala ser apenas uma menina, uma jovem de uma zona tribal que acreditou nos seus sonhos. Por ser uma história de amor a escola, aos professores e aos livros”, comenta Adriana Carranca. “Eu queria muito que as crianças brasileiras também acreditassem que é possível mudar o mundo.”
 
Dessa experiência, Adriana Carranca publicou, em 2015, o livro-reportagem infanto-juvenil “Malala, a menina que queria ir para a escola”, que foi vencedor do Prêmio FNLIJ, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil nas categorias Escritora Revelação e Livro Informativo. A obra também foi recomendada pela FNLIJ para adoção nas escolas. Lançado em Portugal e em todos os países da América Latina, em breve o livro ganhará uma tradução para o alemão, turco e urdu.
 
“Transformação. Esta foi a palavra que tomei como norte para a encenação. O espetáculo narrado por oito atores e um músico, é localizado num quintal brasileiro. O quintal mágico onde tudo se transforma: peteca vira caneta, balão vira abóbora, tijolo vira cadeira. Uma casa vira escola. Com coreografias, projeção e percussão ao vivo, os atores se dividem em diversos personagens. Revisitamos nossas brincadeiras de quintal para encontrar a Malala que existe dentro de cada um de nós. Criança ou adulto. Um papel e uma caneta podem mudar o mundo e eles estão em nossas mãos”, afirma o diretor Renato Carrera.
 
“Li Malala, a menina que queria ir para a escola em 2015, na noite de lançamento do livro. Logo nas primeiras linhas, a cortina se abriu e a cada página que virava um refletor se acendia. Encenar essa história no palco, nesse momento em que travamos uma luta incansável contra tantas formas de opressão se faz necessário”, comenta Tatiana Quadros, atriz e idealizadora do espetáculo.
 
“Fiquei muito feliz por ter sido lembrada para escrever canções para a peça porque acompanho a trajetória de Malala desde sempre, com muita admiração por sua coragem e inteligência. Vejo a influência que ela exerce em Oxford e no mundo todo e acho linda a relação com seu pai, que fortalece aos dois e à luta de ambos por um mundo melhor. Gostei de compor pensando em Malala porque, no fundo, quando crescer quero ser igual a ela”, se diverte Adriana Calcanhotto.
 
O espetáculo estreou em outubro de 2018, no Teatro Sesc Ginástico. Em novembro e dezembro cumpriu temporada no Teatro Oi Casa Grande onde, devido ao enorme sucesso, foi convidado para uma nova temporada de 12 de janeiro a 3 de fevereiro, sábados e domingos, às 16h.
 
Ficha técnica
 
“Malala, a menina que queria ir para a escola”
de Adriana Carranca 
Adaptação: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera  
Canções Originais: Adriana Calcanhotto 
Elenco: Adassa Martins, Dulce Penna, Fernanda Sal, Hugo Germano, Ivson Rainero, José Karini, Marcelo Valentim, Patrícia Garcia e Tatiana Quadros & o músico Adriano Sampaio com percussão original.
Assistente de Direção: Joana Cabral
Cenário: Daniel de Jesus
Figurino: Flavio Souza
Iluminação: Alessandro Boschini
Direção Musical: Lúcio Zandonadi
Direção de Movimento e Coreografia: Sueli Guerra
Preparação Corporal: Edgy Pegoretti
Projeções e Videoinstalação: VJ Vigas  
Preparação Vocal: Danielly Souza
Desenho de Som: Arthur Fereira 
Ilustração: Bruna Assis Brasil
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Ricardo Borges
Mídias Sociais: Ana Righi
Produção Executiva: Beta Schneider
Gestão Financeira e Gerência de Projeto: Natalia Simonete
Direção de Produção: Alessandra Reis
Idealização: Tatiana Quadros




Vala Comum
MUSEU DA CARNE - Em casarão na Tijuca, peça itinerante compara abate de bovinos à vida brasileira
O problemão da Banda Infinita
Espetáculo explora o universo da matemática e é pensado especialmente para crianças de seis a dez anos.
Coleções Líquidas
Fruto de um projeto de pesquisa sobre a formação de gênero na sociedade, a peça Coleções Líquidas reestreia na Casa Rio
Nuvem
Floriano Romano apresenta a instalação 'NUVEM' no Espaço Furnas Cultural abertura 16/8 - visitação de 17/8 a 14/10
PUBLICIDADE
RNT - ANUNCIE AQUI
TRANSAMÉRICA 101,3
Por elas
A violência contra a mulher é o tema da peça POR ELAS, em cartaz de quarta à sábado, no Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ).
Noite da Comédia Improvisada estreia no Teatro Leblon – Sala Marilia Pêra
Peça é dividida estruturalmente em jogos de improvisação teatral comandados pela plateia
Eu sou eu Porque meu Cachorrinho me Conhece
“Eu sou eu Porque meu Cachorrinho me Conhece” faz temporada com entrada franca, em horário alternativo, no Glauce Rocha
Arandu – Lendas Amazônicas
Arandu – Lendas Amazônicas” estreia temporada no dia 7 de abril no CCBB Rio de Janeiro, aproveitando o mês que se comemora o Dia do Índio
PUBLICIDADE
Rolé Carioca 2018
ROLÉ CARIOCA 2018 - Projeto lança agenda 2018 com evento no CRAB no dia 31 de março de 2018
Tempestuosa Depressagem
Tempestuosa Depressagem: Performance retrata a depressão em negros, principalmente em mulheres, no Centro Coreográfico
PUBLICIDADE
RNT - ANUNCIE AQUI
TRANSAMÉRICA 101,3
NEWSLETTER e Notificações
Cadastre seu e-mail e receba em primeira mão conteúdo exclusivo do teatro carioca, descontos e promoções
Nome
E-mail
 
PUBLICIDADE
GOOGLE+
FACEBOOK
PUBLICIDADE
MAIS ACESSADOS