O Rinoceronte

CONTÁGIO COLETIVO VOLTA EM CARTAZ COM SEGUNDA TEMPORADA DA PEÇA O RINOCERONTE, NO TERREIRO CONTEMPORÂNEO

 

CONTÁGIO COLETIVO surgiu de duas oficinas de longa duração, para atores, realizadas na Escola Técnica de Teatro Martins Penna, no Rio de Janeiro, com o diretor Ricardo Santos. Numa formação de 18 profissionais, o grupo assina produção, iluminação, cenografia e figurino dos próprios espetáculos. Em 2019, o coletivo traz sua primeira montagem, que já vai para sua segunda temporada: O Rinoceronte, do dramaturgo e pai do teatro absurdo, Eugène Ionesco. Apesar do contexto acadêmico, não se trata de uma montagem curricular da escola.
 
"Absurdo é aquilo que não tem objetivo. ...Divorciado de suas raízes religiosas, metafísicas e transcendentais,  o homem está perdido; todas as suas ações se tornam sem sentido, absurdas, inúteis" - Eugène Ionesco -
 
O RINOCERONTE
 
Uma cidade pacata, que poderia ser em qualquer lugar do planeta, onde nada de extraordinário acontece, é transformada completamente pela passagem de um rinoceronte. Sem entenderem a procedência do paquiderme, as pessoas começam a entrar em conflito, enquanto a fera se prolifera incontrolável e misteriosamente. Aos poucos, começam a se dar conta de que são os próprios vizinhos, colegas e familiares que estão se transformando em rinocerontes, como uma epidemia. Todos são afetados, um a um. São cooptados a se tornarem feras, seja por violência, contágio, sedução, ou simples desistência. Apenas um homem irá resistir.
 
"O Rinoceronte" apresenta o horror atemporal do que Ionesco chamou de histeria coletiva. Escrita em 1959, na França, a peça é tida como uma parábola à invasão do fascismo na Europa e ao pensamento de massa que seguiu assombrando a sociedade, ainda no período pós-guerra. No entanto, a sensação de angústia metafísica pelo absurdo da condição humana, continua presente, como se vivêssemos um eterno pós-guerra; ou uma guerra sem fim. Neste cenário de tanta transformação no mundo, o texto permanece aberto para novas e surpreendente interpretações, tão atual como uma notícia de jornal.
 
DOBRADINHA-IONESCO
Após estreia em janeiro, no Teatro Armando Costa (Escola Martins Penna), o grupo vai para sua segunda temporada, no Terreiro Contemporâneo, e convida projeto de cena curta para ser apresentado antes do espetáculo "O Rinoceronte". A cena, com título "A Careca da Cantora", dirigida por Letícia Machado, é uma livre construção de 15 minutos de duração, a partir dos textos "A Cantora Careca" e "Jogos de Massacre", de Eugène Ionesco. A proposta é que o público se sinta livre para assistir um trabalho independente do outro, com a ocupação de diferentes lugares do sobrado do Terreiro. Além disso, não deixa de ser uma homenagem a obra do autor que, num período de total devastação da humanidade, com uma escrita aparentemente sem estrutura, decodificou a angústia dessa humanidade. Para tempos absurdos, uma temporada absurda!
 
 
O RINOCERONTE
Temporada: 31.05 a 30.06 |sexta e sábado 21h| |domingo 19h|
Valor: contribuição consciente mínima R$12
Lotação: 40 lugares
Classificação etária: 16 anos
Duração: 90 minutos
Local: Terreiro Contemporâneo - Rua Carlos de Carvalho, 53, Centro (RJ)
FICHA TÉCNICA
Autor: Eugène Ionesco
Direção: Ricardo Santos
Assistente de Direção: Raphael Giammattey Elenco: Alexandre Braga, Camila Koschdoski, Daniel Vargas, Jhully Steffany, Jorge Hissa, Jovan Ferrera, Juliane Cruz, Letícia Machado, Pri Helena, Raul Baldi, Rebeca Figueiredo, Rodrigo Lima, Samuel Vieira, Wayne Marinho, William Pavanelli, Yago Azevedo e Zeza. Cenografia/Figurino: Contágio Coletivo Iluminação: Hebert Said - convidado Direção Musical: Rodrigo Marçal - convidado Fotografia: Camila Koschdoski Programação visual: Luanna Rocha Produção: Contágio Coletivo Idealização: Ricardo Santos
 
A CARECA DA CANTORA
Temporada: 31.05 a 30.06 |sexta e sábado 20:20h|
Valor: contribuição consciente
Lotação: 40 lugares
Classificação etária: 16 anos
Duração: 13 minutos
Local: Terreiro Contemporâneo - Rua Carlos de Carvalho, 53, Centro (RJ)
FICHA TÉCNICA
Autor: Eugène Ionesco Dramaturgia e direção: Letícia Machado
Elenco: Luciana Novak, Pedro Roquette-Pinto, Pri Helena e Vitor Pol
Idealização e produção: Letícia Machado




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