Dançando no Escuro - Em Cartaz


Sinopse:

Pela primeira vez na Zona Sul, o elogiado “Dançando no Escuro”, indicado aos prêmios Shell e CESGRANRIO (Atriz e Música), APTR (Música) e Botequim Cultural (melhor espetáculo, direção, direção musical, melhor atriz em musical, ator coadjuvante e atriz coadjuvante), onde o espetáculo foi vencedor na categoria Melhor Atriz para Juliane Bodini através do voto popular, estreia curta temporada no Teatro Oi Casa Grande dia 01 de Junho.
 
A peça, dirigida por Dani Barros, que já brilhou em sucessos como “Estamira” mantém-se fiel à carga emocional e às reviravoltas da obra original. É daqueles espetáculos que você sai com a sensação de ter visto um filme. Mas é puro teatro. E dos bons. Ótima em cena, a atriz e protagonista Juliane Bodini está brilhante como Selma, dando vida à imigrante checa que começa a perder a visão devido a uma doença degenerativa.
 
O drama musical é a única adaptação teatral autorizada do filme do cineasta dinamarquês Lars Von Trier, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes no ano 2000, onde a protagonista Björk também levou o troféu de melhor atriz. Com belas canções o espetáculo conta com a direção musical e arranjos de Marcelo Alonso Neves.
 
Dançando no Escuro conta a história de Selma, imigrante Tcheca, operária de uma fábrica, que começa a perder a visão devido a uma doença degenerativa e que luta para que o seu filho de 12 anos não tenha o mesmo destino. Em sintonia com o tema, o espetáculo tem dois deficientes visuais na banda. É o único em cartaz no Rio de Janeiro com sessões exclusivas com libras, áudio-descrição, programas em braile e visitas guiadas para cegos conhecerem o cenário e elenco.
 
“Transpor para o teatro essa obra cinematográfica tão marcante veio da vontade de abrir os olhos para o mundo, abordando assuntos tão pertinentes como preconceito, exclusão social e injustiça. E assim, tentar mudar os padrões e os vícios de uma sociedade onde a intolerância prevalece e o descaso nos envenena. É preciso enxergar o outro. Assim, escolhemos fazer um trabalho, um movimento, que permita que todo o público tenha acessibilidade dentro e fora do palco. Estar no OI Casa Grande é uma realização de um sonho e certeza que estamos fazendo um belo trabalho”, contam Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes, idealizadores do projeto.
 
A adaptação de Patrick Ellsworth e a tradução de Elidia Novaes não deixam que o espectador que já viu o filme estranhe ou sinta falta de nada do que foi visto no cinema. É extremamente difícil e delicado adaptar para o Teatro uma obra tão densa como “Dançando no Escuro”, especialmente porque a linguagem cinematográfica de Lars Von Trier tem uma assinatura muito marcante. O que se vê no Teatro é a história à frente, sobrepondo-se a estilos ou vaidades. É a humanidade (ou desumanidade) das personagens que aparecem em primeiro plano.
 
O excelente elenco e dramaturgia tiram o fôlego da plateia e os concentram de tal forma que ninguém se distrai ou vê passar os 120 minutos de espetáculo. Não há como não ter empatia com Selma e sua luta em conseguir dinheiro para realizar a cirurgia que vai livrar o filho da cegueira. “A montagem brasileira de “Dançando no Escuro”, única no mundo, é uma história que precisa ser contada. As pessoas precisam ouvi-la e vê-la. – diz o ator e produtor Luis Antonio Fortes (de “Os Inadequados”), idealizador da montagem junto com a protagonista Juliane Bodini (de “O Beijo no Asfalto – O Musical”) – É um musical grande, com nove atores, criança no elenco, músicos, muitos técnicos, com tudo que um grande musical tem. Você entra no teatro não só para se divertir ou se emocionar. É um musical que vai além disso”.
 
Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes idealizam musical com projeto de acessibilidade.
 
Além do espetáculo teatral, o trabalho dos artistas envolvidos estará focado em movimentar, semear, articular e desenvolver um trabalho sério de acessibilidade dentro e fora do palco com equipe capacitada para atender o público com diversos tipos de deficiência, buscando não só o entretenimento cultural e sim um movimento de inclusão social.
 
Selma Jezková é uma imigrante Tcheca que se muda para os EUA em 1964 com Gene, seu filho, um garoto de doze anos. Ela tem uma doença hereditária degenerativa que a faz perder a visão, algo que também vai acontecer com seu filho. Ao saber que nos EUA existem médicos que podem operar Gene, foi o suficiente para fazê-la imigrar para o país. Selma aluga um trailer na propriedade de Bill e sua esposa Linda, seus vizinhos, onde vive humildemente. Trabalha exaustivamente em uma fábrica com sua melhor amiga Carmen e guarda tudo o que ganha para a cirurgia que evite que seu filho sofra do mesmo destino. Trágicos acontecimentos cruzam seus caminhos enquanto Selma sonha com o mundo dos musicais. 
 
*Sessões com Acessibilidade:
Audiodescrição: 22 e 29 de Junho
Libras: 23 e 30 de Junho
 
*17/06 (domingo) não haverá apresentação do espetáculo.
 
Ficha Técnica:
Musical baseado no longa-metragem de Lars von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Músicas livremente inspiradas no universo de Björk
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Idealização: Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes
Direção de Produção: Jéssica Santiago
Elenco: Juliane Bodini, Luis Antonio Fortes, Andrêas Gatto, Carolina Pismel, Daniel Brasil, Julia Gorman, Lucas Gouvêa, Marino Rocha e Suzana Nascimento
Músicos: Johnny Capler, Julio Florindo, Nelson Freitas e Roberto Bahal
Desenho de som: Áudio Cênico - Andrea Zeni e Joyce Santiago
Cenário: Mina Quental
Figurino: Carol Lobato
Iluminação: Felicio Mafra
Diretor Musical Assistente: Mauricio Chiari
Direção de Movimento e Coreografias: Denise Stutz
Aulas e Coreografia do Sapateado: Clara Equi
Preparação Corporal e Coreografias: Camila Caputti
Preparação Vocal: Mirna Rubim
Supervisão Fonoaudiológica: Luciana Oliveira
Visagista: Marcio Mello
Assistentes de Direção: Rubia Rodrigues e Camila Caputti
Assistente de Visagismo: Roberto Santiago
Coordenação de produção: Gabriel Salabert
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos do Material Gráfico: Nana Moraes
Fotos de making off e registros: Los Padrinos Fotografia - Roberto Carneiro
Assessoria Jurídica: Heloisa Mourão
Assessoria Contábil: FORTES Assessoria Contábil
Confecção de Boneco: Bruno Dante
Assistente de confecção de boneco: Cleyton Diirr
Instrutor de manipulação de bonecos: Marcio Nascimento
Diretor de palco: Felipe Ávila
Operadora de luz: Juju Moreira
Operador de som: Leonardo Rocha


Dias, horários e valores:
Quinta às 20:00 - R$ 90,00 (Valor inteira)
Sexta às 20:00 - R$ 90,00 (Valor inteira)
Sábado às 21:00 - R$ 90,00 (Valor inteira)
Domingo às 19:00 - R$ 90,00 (Valor inteira)


Duração: 120 minutos


Temporada:
De 01/06/2018 Até 08/07/2018


Contato:
(21) 4042-6662 (Rio no Teatro)


Classificação:
14 anos


Generos:
Drama / Musical


Local:

Teatro Oi Casa Grande

A poucos metros do antigo Scala.
Rua Afrânio de Melo Franco , 290 - Leblon





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