Fale Mais Sobre Isso - SEM INFORMAÇÕES


Sinopse:

Depois de seis temporadas esgotadas em São Paulo, monólogo cômico Fale Mais Sobre Isso de Flávia Garrafa ganha temporada carioca no Teatro dos 4, no Shopping da Gávea
 
Idealizado por Pedro Vasconcelos e dirigido por Pedro Garrafa, comédia junta universos do teatro e da psicologia. Temporada acontece de 7 de maio a 25 de junho
 
A terapeuta Laura está na faixa dos quarenta anos e, como a maioria das mulheres, divide seu tempo entre cuidar da família e da carreira. Em seu consultório, ela atende Sr. B, um jovem de cerca de 30 anos que tem a organização e a metodologia como lemas de vida; da Sr. C, que foi trocada por uma mulher mais jovem e, ao invés de sentir tristeza, fica feliz e sente-se culpada por isso; do Sr. D, que acredita ser Deus; e de Alice, uma senhorinha doce de 78 anos que nunca conseguiu falar o que realmente sente.
 
Com 25 anos de carreira na TV, no teatro e no cinema, a atriz e psicóloga Flávia Garrafa (que atuou nas séries “Tô de Graça”, do Multishow, e “Surtadas na Yoga”, da GNT; e no filme “O Candidato Honesto”, de Roberto Santucci) desembarca no Rio de Janeiro com seu monólogo cômico Fale Mais Sobre Isso, idealizado por seu companheiro Pedro Vasconcelos (diretor dos filmes “Fala Sério, Mãe!”, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “O Concurso”).  Depois de seis temporadas esgotadas em São Paulo, a peça entra em cartaz no Rio de Janeiro entre 7 de maio e 25 de junho, no Teatro dos 4, no Shopping da Gávea, com sessões às segundas-feiras, sempre às 20h.
Dirigido por Pedro Garrafa, irmão e sócio da atriz, o espetáculo é o primeiro texto teatral escrito por Flávia. A peça discute com muito humor a capacidade e o desejo de mudança das pessoas que procuram a psicoterapia. Em cena, uma psicóloga conhece as angústias, dúvidas, questionamento e desconforto de quatro pacientes.
 
A terapeuta Laura está na faixa dos quarenta anos e, como a maioria das mulheres, divide seu tempo entre cuidar da família e da carreira. Sob a ótica dessa figura, a plateia acompanha o atendimento do Sr. B, um jovem de cerca de 30 anos que tem a organização e a metodologia como lemas de vida; da Sr. C, que foi trocada por uma mulher mais jovem e, ao invés de sentir tristeza, fica feliz e sente-se culpada por isso; do Sr. D, que acredita ser Deus; e de Alice, uma senhorinha doce de 78 anos que nunca conseguiu falar o que realmente sente.
 
“Os pacientes são inspirados na vida real, mas não em uma experiência minha como psicóloga ou de qualquer outra pessoa. Eu pensei em como seriam essas pessoas no psicólogo. Acho que são tipos muito comuns que se comportariam de maneira muito peculiar em um consultório e dariam muito material para o terapeuta. É muito importante que os casos não se resolvam todos, porque a psicologia não é magia, não é conto de fadas. É a vida real, e, como em qualquer outra profissão da saúde, às vezes os problemas não têm solução”, explica Flávia.
 
Além da vida real, outra inspiração para a peça foi o romance “Mentiras no Divã”, de Irvin D. Yalom. “A partir desse livro eu comecei a ver como um consultório pode ser ficcionalmente interessante. Reli também muitos volumes do Freud, como ‘A Interpretação dos Sonhos’, e conversei com muitos psicólogos. Na verdade, continuo conversando com eles e mudando sempre a peça, porque isso é fundamental”, acrescenta.
 
A ideia de juntar teatro e psicologia surgiu em 2015, graças a Pedro Vasconcelos, que, por conhecer muito bem a atriz, sugeriu que ela escrevesse e interpretasse um texto sobre a vida de cinco personagens em busca de mudanças.  “É a realização de um desejo levar para o palco a junção dessas tão antagônicas profissões: psicóloga e atriz. O texto busca mostrar o lado da terapeuta, as falas das outras personagens acabam por esclarecer quem é a psicóloga, seus medos e questões”, conta a atriz e dramaturga.
 
Sobre Flávia Garrafa
Formada em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Flavia Garrafa estudou artes cênicas no teatro escola Célia Helena e no The Lee Strasberg Theatre Institute – New York. Atriz, diretora e dramaturga, ela participou de novelas na Rede Globo, séries para diferentes canais brasileiros, quatro longas-metragens no cinema e mais de 25 peças de sucesso na capital paulista. 
Com mais de 20 anos de experiência no ensino de teatro para jovens. Flávia se tornou uma referência neste ramo de atividade, unindo a psicologia à arte. Entres seus principais trabalhos na TV e no cinema se destacam: as novelas “Salve Jorge” (2012), “Morde e Assopra” (2011) e “Amor Eterno Amor” (2012); os longas-metragens “O Concurso” (2013) e ”O Candidato Honesto” (2014); e as séries “Surtadas na Yoga” (GNT 2013 e 2014) e “Tô de Graça” (Multishow 2017).
 
No teatro, Garrafa destacou-se por atuar em “TOC TOC”, de Laurent Baffie, com direção de Alexandre Reinecke; “Paulo Francis Está Morto”, de Paulo Coronato, com direção de Denise Weimberg; “Assim com Rose”, contos de Mário de Andrade adaptados por Mario Vianna, com direção Jairo Mattos; “Arsênico e Alfazema”, de Joseph Kesselring, com direção de Alexandre Reinecke; “Caras e Bocas”, com texto e direção de Ângela Dip; “ A Gata Borralheira”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois; “Há um Incêndio sob a Chuva Rala”, de Vera Karam, com direção de Ary França; “Guerra Na Casa Do João”, de Toni Brandão e Débora Dubois; “Grogue”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois, pelo qual foi indicada como melhor Atriz no Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem; e “Cuidado: Garoto Apaixonado”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois, pelo qual foi indicada ao prêmio Mambembe e ao Prêmio APETESP de melhor atriz coadjuvante, em 1998.
 
Sobre Pedro Garrafa
Ator, dramaturgo, diretor e professor de teatro, Pedro Garrafa graduou-se Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP em 2003.  Desde 2004, dedica-se ao ensino do teatro para jovens e à produção de espetáculos profissionais, constantemente voltados também a este público. Complementam, ainda, as suas atividades profissionais alguns trabalhos em cinema digital, com destaque para o roteiro e direção do curta-metragem “OCOS!”, contemplado pelo edital do 14º Cultura Inglesa Festival de 2010. 
 
Entre seus últimos trabalhos em direção teatral e dramaturgia, destacam-se: a dramaturgia e direção de “A Melhor Fatia ou o que a Dorothy Quer?” (2005), a direção de “Oito a Zero, os Futebóis do País” (2008), de sua autoria junto a Ricardo Sawaya; “A Garota Número Um” (2009), espetáculo juvenil também de sua autoria, dirigido por Tatiane Daud; a direção do clássico “As Três Irmãs” (2010), de Anton Tchékhov, com a Cia dos Desejos; a direção do espetáculo da Inevitável Cia.  “Desvio” (2011), de Juliana Gonçalves; a autoria e direção do juvenil “Enquanto o Mundo Explode” (2010), com o Grupo de Teatro Coceira; a direção do espetáculo “Nem Sonhando” (2012); e “O Alvo” (2014). 
 
 
Ficha Técnica:
Ideia Original: Pedro Vasconcelos
Texto: Flávia Garrafa
Direção: Pedro Garrafa
Assistente de direção: Kuka Annunciato
Elenco: Flávia Garrafa
Iluminador: Matheus Heck e Pedro Garrafa
Cenário: assinado pelas arquitetas Llaneli e Friedemann e móveis da Especialista
Figurino: Carmela Coach de Imagem
Trilha Sonora: Diego Trindade
Participação especial: Manuela Martins
Direção de produção: Elemento Cultural – Fernanda Bianco e Guilherme Maturo
Produção Local: Boa Ideia Criação de Entretenimento Cultural e Artístico – Lis Maia e Joel Duarte Junior
Fotos: Lila Batista
Comunicação Visual: Elemento Cultural
Assessoria de imprensa: Pombo Correio



Duração: 70 minutos


Temporada:
Sem Informações!


Contato:
(21) 4042-6662 (Rio no Teatro)


Classificação:
14 anos


Generos:
Comédia / Monólogo / Stand-up




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