Minha Futura Ex - Em Cartaz


Sinopse:

Estreia da deliciosa comédia romântica ‘Minha futura ex’
 
Filha da saudosa atriz Agnes Fontoura, Agnes Xavier divide o palco com o marido, Helio Zachi, no Teatro Fashion Mall, a partir de 6 de julho. Texto é assinado por Lina Rossana Ostrowsky. Direção de Rogério Fabiano. 
 
Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS - apresentam a peça “Minha Futura Ex”, que estreia dia 6 de julho no Teatro Fashion Mall, em São Conrado, bairro da Zona Sul do Rio. Com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, Marte Engenharia, Gate Gourmet, Radiomar Eletrônica Naval, IEG - Instituto de Engenharia, Gestão, Treinamentos e Pesquisas de Mercado, Trimak Engenharia e Comércio, Gem Shipping, por meio da  Lei Municipal de Incentivo a Cultura - Lei do ISS. Nesta história, um ex-casal, interpretado pelos atores Agnes Xavier e Helio Zachi, encontra-se para assinar os papéis do divórcio, mas acaba preso no elevador. É claro que a situação desencadeia uma DR e tanto. Insatisfações, críticas, traições, lembranças boas e ruins, atração, amor... ou seja, tudo o que aconteceu durante os 17 anos em que estiveram juntos vem à tona nessa deliciosa comédia romântica. O texto original, de autoria de Lina Rossana Ostrowsky, de 1997 – ano de sua única montagem e encenada por Cecil Thiré e Tereza Teller -, acaba de ganhar uma nova roupagem, tornando-o ainda mais atrativo.
 
“Nos anos 80 não havia Facebook, WhatsApp, YouTube, quase ninguém tinha celular e, se tinha, não existia essa dependência do aparelho para quase tudo. Meus ídolos também envelheceram. A adaptação se fez necessária ou o texto permaneceria datado e não passaria verdade. Mas 80% do texto original permaneceu”, explica a autora. A direção é assinada por Rogério Fabiano. O espetáculo poderá ser visto às sextas-feiras e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Temporada prevista até 26 de agosto.
 
O ditado diz: “Quando um não quer, dois não brigam”. Mas será que é válido na separação de um casal, onde apenas um dos cônjuges quer consumá-la? E será que um elevador parado é o local ideal para se “arrumar as gavetas” desta relação? Depois de anos juntos, podemos ter certeza de que conhecemos a pessoa com a qual dividimos nossa vida? Essas são algumas das questões postas à prova em “Minha Futura Ex”. “O texto surgiu da observação constante dos desencontros. Na minha própria vida? Claro. E não necessariamente numa relação amorosa. Não importa o quanto a sociedade evolua, as pessoas continuam se separando porque não se ouvem, porque não se falam, porque só ouvem o querem, porque mentem, porque omitem, porque não têm a generosidade de dizer o que o outro quer e precisa ouvir. Resumindo: o que estraga a comunicação são as palavras! Cômico, se não fosse sério. Portanto, nada melhor do que uma comédia para falar disso”, diz a autora que acredita na identificação do público com as situações.
 
“Uma boa comédia anda há tempos substituindo sessões de terapia. Eu diria mais, hoje em dia fazer rir é de utilidade pública. Rir do personagem é muito bom, nos exime de culpa e nos inclui. Mas tudo fica no plano da fantasia, não é para levar muito a sério. O grande lance da comédia, eu acho, é estabelecer a seriedade da identificação sem que a pessoa perceba, afinal aquilo ali no palco foi feito “só para divertir”. E através do riso, a gente tem a arrogância de achar que fez pensar. Então, se alguém sair da casa de espetáculo mais leve do que entrou, se pelo menos uma pessoa considerar seriamente apertar a tecla “pause” e dar mais um tempo de fôlego para a relação em que está, os deuses do Teatro fizeram sua mágica. E saber que meu texto foi instrumento dessa magia será meu maior prêmio”, torce Lina Rossana Ostrowsky, atriz e dubladora em diversos filmes, seriados, desenhos e novelas traduzidos para o português, tais como: Maggie Smith, em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, “Harry Potter e a Câmara Secreta”, “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, “Harry Potter e o Cálice de Fogo”; Annette Bening, em “Beleza Americana” e “A Premonição”; e Catherine Zeta-Jones, em “Os Queridinhos da América”. 
 
Casados fora da ficção, os atores Agnes Xavier e Helio Zachi dividem o palco como Ethel e Marco, um ex-casal totalmente mal resolvido. “Ethel é uma mulher que saiu de uma relação desgastada, na qual tinha pouca ou quase nenhuma participação enquanto pessoa, uma vez que não era reconhecida pelo marido como tal, e num determinado momento resolveu dar um basta naquela situação, foi à luta e deu a volta por cima, conseguindo se empoderar de seu destino”, descreve Agnes, que também aposta na identificação da plateia. “Todo mundo que já viveu ou vive uma relação amorosa vai se identificar em algum momento (ou mesmo em vários) da peça. E sendo mulher, é claro que já passei por momentos bem parecidos, afinal muitos homens ainda não conseguem nos valorizar como merecemos. ”
 
Filha da saudosa atriz Agnes Fontoura, Agnes Xavier sofreu muita influência da mãe nas artes. Trabalharam juntas no palco e na direção. “Meu berço era colocado no meio da roda de ensaios, onde eu dormia a sono solto. Acho que foi por osmose (risos). Ao longo da infância e juventude, os bastidores de peças, trabalhos em TV e rádio foram muito presentes. Adorava acompanhar minha mãe em todos eles, porém não me via na frente dos holofotes. Somente na idade adulta, depois de formada, já mãe, fui chamada para substituir uma atriz no espetáculo que minha mãe produziu para comemorar seus 35 anos de carreira. Pronto! Assim que me vi no palco, com as luzes em mim, percebi que era aquilo que queria fazer. Estava em casa”, lembra ela, que, no teatro, atuou em “O Dia de Alan”, infanto-juvenil que reinaugurou o Teatro Delfim, em 1992, e sua primeira produção com o marido, Helio Zachi; e “Amante S. A.”, em 2001, primeira produção de uma peça adulta com o marido, no Teatro Ipanema. Na TV, fez participações como modelo na TV Manchete (década de 1980) e como atriz na novela “Sonho meu”, na TV Globo (1992). Já no cinema, participou do filme “Sábado Alucinante”, de Cláudio Cunha (1978).
 
E coube a Helio Zachi viver um homem machista, inseguro e despreparado para uma relação pautada pelo respeito. “Ele se esconde atrás de uma máscara que só é revelada no decorrer dos acontecimentos e, ao meu ver, o ápice é quando ele admite sua fragilidade, mas mesmo nesse momento, ele não quer sair de sua zona de conforto”, adianta o ator, que aponta o diferencial dessa comédia: “Acredito que seja a proposta da autora de brincar com o aprisionamento de um casal num espaço e numa situação pouco improvável, além da brincadeira do claro e escuro. ” Em 34 anos de carreira, Helio trabalhou em 34 peças, uma minissérie (“Anos Rebeldes”), uma novela (“Lua Cheia de Amor”), dois filmes (“Fronteira Sem Destino” e “Um Conto de Natal”), além de já ter tido um programa de rádio numa emissora AM no interior do Pará.
 
Com quase 40 anos de carreira, o diretor Rogério Fabiano comemora trabalhar entre amigos. “’Minha Futura Ex’ é a 25ª peça que dirijo. E é muito bom dirigir atores que são meus amigos. Além disso, eles são casados na vida real, e isso gera uma grande química no espetáculo... A peça acontece com mais emoção e fica muito pulsante. E Lina, a autora, soube, e com muita maestria, construir uma situação divertida e criativa. Ela foi muito feliz na temática, pois ao tratar de crises num casamento, ela soube colocar com humor e emoção todos os ingredientes necessários num cenário inusitado. Agora, é esperar pra curtir esses deliciosos momentos! ”, frisa o diretor.
 
O ditado diz: “Quando um não quer, dois não brigam”. Mas será que ele é válido na separação de um casal, onde apenas um dos cônjuges quer consumá-la? E será que um elevador parado e sem luz é o local ideal para se “arrumar as gavetas” desta relação? Depois de anos de vida em comum, podemos ter certeza de que conhecemos a pessoa com a qual dividimos nossa vida? Talvez a solução encontrada por este casal seja um ponto de partida para que muitos outros possam se identificar e, assim chegar, quem sabe, a um melhor entendimento. 
 
Ficha Técnica:
Elenco: Agnes Xavier e Helio Zachi
Texto: Lina Rossana Ostrovsky
Direção: Rogério Fabiano
Assistente de Direção: Agnes Xavier
Cenografia: Francisco Leite
Trilha Sonora: Demétrio Nicolau
Assessora de Imprensa: Valéria de Souza
Programador Visual: Guillermo Luis
Figurinos: Francisco Leite
Costureira: Maria Brandão
Administração: Carla Brito
Fotografia: Tiago Xavier
Produção Comercial: Helio Zachi e Agnes Xavier
Iluminação: Demétrio Nicolau
Adereços: Francisco Leite
Produção Executiva: Rogério Fabiano
Assistente Produção Executiva: Carla Brito
Produtores: Helio Zachi e Agnes Xavier
Realização: Hagazachi Comunicações Ltda
 


Dias, horários e valores:
Sexta às 21:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado às 21:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)
Domingo às 20:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)


Duração: 75 minutos


Temporada:
De 06/07/2018 Até 26/08/2018


Contato:
(21) 4042-6662 (Rio no Teatro)


Classificação:
16 anos


Genero:
Comédia


Local:

Teatro Fashion Mall


Estrada da Gávea , 899 - São Conrado





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