Ato de comunhão - SEM INFORMAÇÕES


Sinopse:

A peça, que rendeu a Gawronski uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Ator em 2011, é inspirada na história real de Armin Meiwes, conhecido como “canibal alemão”, que foi condenado à prisão perpétua em 2001, na Alemanha, após confessar e relatar seu crime.
 
O ator acaba de receber o Prêmio Shell SP 2019 por “A Ira de Narciso”, e estará em cartaz com as duas peças simultaneamente.
  
“Gilberto Gawronski em atuação exemplar (...) proporciona uma ótima experiência de teatro a partir de fato real” (Barbara Heliodora, O Globo)
 
“Um trabalho de cuidado e rigor.”  (Macksen Luiz)
 
“Ato de Comunhão” é uma estranha peça que provoca reação física, mais do que intelectual, de raciocínio, ou emocional.” (Nelson de Sá, Folha SP)
 
“O ator alcança um nível técnico tão elevado que tamanha frieza transmite diferentes sentimentos, reforçado pela modulação da voz.” (Dirceu Alves Jr, Veja SP)
 
Recém-laureado com o Prêmio Shell SP de Melhor Ator por seu trabalho em “A Ira de Narciso”, Gilberto Gawronski traz de volta à cena outro solo de grande sucesso – “Ato de Comunhão”, indicado ao Prêmio Shell 2011 de Melhor Ator. A direção é do próprio Gawronski, em parceria com Warley Goulart.
 
A peça, com texto do argentino Lautaro Vilo e tradução de Amir Harif, é inspirada na história real do técnico de computação Armin Meiwes, então com 41 anos, conhecido como “canibal alemão”. Ele foi condenado à prisão perpétua em 2001, na Alemanha, após confessar e relatar em riqueza de detalhes como devorou o engenheiro Bernd Jürgen, que conhecera num site frequentado por simpatizantes do canibalismo.
 
Com “Ato de Comunhão”, Gilberto Gawronski leva à cena algumas complexidades perturbadoras da vida contemporânea: tecnologia, conexão, solidão, instinto e civilização - temas presentes em suas duas peças que estarão simultaneamente em cartaz.
 
“O desejo de trazer novamente ‘Ato de Comunhão’ vem de colocar juntamente com ‘A Ira de Narciso’ um repertório de dramaturgia latino americana de altíssima qualidade de autores contemporâneos. Um de um autor argentino, Lautaro Vilo, que em pleno século XXI se aventura em escrever um texto em versos; e outro, de um autor uruguaio, que intercala num relato uma aventura sexual com uma palestra acadêmica. Ambos lidando com ferramentas do homem contemporâneo que estão sendo usadas ainda de forma muito instintiva, a internet e a possibilidade do encontro. ‘Ato de Comunhão’ é um texto de terror e foi assim concebido. Um gênero raramente levado ao palco, mas que sempre causou extremo fascínio.”, conta Gilberto.
 
Em cena, um homem relembra três momentos de sua vida: sua festa de oito anos, quando já manifesta uma profunda solidão e sentimentos incomuns; mais velho, no enterro de sua mãe, atormentado por sentimentos contraditórios; e, finalmente, a visita de um outro homem que conhecera pela internet. 
 
A MONTAGEM 
Sozinho em cena, o ator desenha traços psicológicos da figura representada, mantendo quase sempre o mesmo tom de voz e a mesma cadência rítmica, tanto nas passagens mais horripilantes, quanto naquelas em que o humor predomina. O recursos audiovisuais são operados pelo próprio ator.
 
Inspirada na obra do pintor irlandês Francis Bacon, a cenografia, de Gawronski, faz uma releitura das suas obras – o pintor tratava de temas ainda perturbadores hoje em dia. As fantasias masoquistas, o desmembramento de corpos, a violência masculina ligada à tensão homoerótica, as práticas de dissecação forense, a atração pela representação do corpo e, no geral, tudo o que está diretamente ligado à transgressão relacionada ao sexo ou a qualquer tabu, foram as peças com as quais Bacon construiu a sua visão "modernista" do mundo. 
 
HISTÓRICO DA PEÇA
Estreou em setembro de 2010 no festival Porto Alegre em Cena, seguindo em 2011 para o Espaço Cultural Sérgio Porto, no rio de Janeiro. No mesmo ano, fez ainda mais três temporadas, nos Teatros Maria Clara Machado (Planetário, para onde volta agora), Glaucio Gill e Dulcina. Entre 2012 e 2016 percorreu variados teatros no estado do Rio e Brasil afora – São Paulo (capital e FIT São José do Rio Preto), Salvador, BH, Juiz de Fora, Curitiba, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Manaus, Belém , Aracaju, entre outras.
 
GILBERTO GAWRONSKI – ator e codiretor
Ator, diretor, cenógrafo e produtor teatral. 
 
Criou “Uma Estória de Borboletas”, “Dama da Noite” (Prêmio Sharp de Melhor Direção) e “Zona Contaminada”, de Caio Fernando Abreu. Dirigiu os musicais “Xica da Silva”, com Vilma Melo, e “Estúpido Cupido”, com Françoise Forton. Dirigiu duas versões para a ópera “Erwartung”, de Schoenberg. 
 
Ganhou duas vezes o Prêmio Shell de Teatro - uma este ano pela sua atuação em “A Ira de Narciso” e outra pela Cenografia de “Por Uma Vida um Pouco Menos Ordinária”. Ganhou o troféu Mambembe pela sua montagem de “Na Solidão dos Campos de Algodão”; o Prêmio Mambembe em Teatro Infantil por sua performance na peça “Em Busca do Coração Secreto”; e o Prêmio Qualidade Brasil por sua direção em “Mulher Desiludida”, com Guida Vianna.
 
Dirigiu a Cia dos Atores em “Meu Destino é Pecar”; dirigiu os infantis “Patinho Feio” e “Germens da Discórdia”, com Ricardo Blat;  fez parte do elenco de “Roberto Zucco” como integrante do Theatre National de Strasbourg; fez a direção teatral de “Cruel” da Cia. de Dança Deborah Colker; atuou na série “Aline”, na Rede Globo; e fez o personagem título na série da HBO “Santos Dumont, Mais Leve do que o Ar”, que entra no ar no segundo semestre deste ano.
 
WARLEY GOULART – diretor
Ator e Diretor Teatral formado pela UniRio. Foi indicado ao Prêmio Shell 2011 pela direção musical de “Não me diga adeus” – texto premiado de Juliano Marciano, com direção de Gilberto Gawronski. Especialista em Literatura pela UFF, Warley Goulart dirige há 14 anos o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, onde atua como contador de histórias e artista plástico na criação das obras do projeto. Com seu grupo, já se apresentou e ministrou oficinas em centros culturais, teatros e festivais no Brasil e exterior, contribuindo para a formação de contadores de histórias em todo país.
 
Ficha Técnica:
Texto: Lautaro Vilo 
Tradução: Amir Harif 
Direção: Gilberto Gawronski e Warley Goulart 
Atuação: Gilberto Gawronski  
Cenografia e Figurino: Gilberto Gawronski
Iluminação: Vilmar Olos 
Vídeos: Jorge Neto 
Gravação de Áudio e efeitos sonoros: Rodrigo Marçal do Studio ARP.X 
Fotos: Paulo Severo e Jorge Etecheber 
Produção: Wagner Uchôa 
Realização: GPS Produções Artísticas LTDA
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany


 



Duração: 55 minutos


Temporada:
Sem Informações!


Contato:
(21) 2018-2414 | Rio no Teatro


Classificação:
18 anos


Genero:
Drama




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